2 semanas!

Oi, gente!

Demorei pra voltar, né? Quer dizer, se vocês considerarem que eu ando com bastantes novidades, dá pra dizer que eu demorei pra voltar!

Mas é que a minha internet improvisada estava cada vez pior! Não dava pra ver email direito, nada! Agora, não! Estou com internet DE VERDADE!!! =D

Agora, NINGUÉM PODERÁ ME DETER! BWAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!

Filosofando (ou não)!

Uma coisa que eu queria fazer faz tempo era ver a gravação do programa Café Filosófico, da TV Cultura. Aproveitando a minha recém-conquistada paulistanidade, eu fiz isso! É num lugar muito legal, chamado Tom Jazz, na Avenida Angélica, de quarta de noite!

O lugar é muito bacana e, com certeza, eu voltarei lá (e o símbolo é um gato – tinha que ter um gato)! Mas teve uma coisa…

Sabem, eu tinha me esquecido que os filósofos todos (ou, pelo menos, a esmagadora maioria) acredita que felicidade é utopia. E a palestra de quarta passada foi bem por esse caminho!…

Eu fiquei pensando: puxa, um lugar tão legal destes, tinha pessoas sorrindo, e tudo… Caramba, mas o que eu queria? De um filósofo, o que mais eu poderia esperar, com todo o respeito?

Eu ainda vou voltar ao Tom Jazz, mas para um show ou reunião de amigos, mesmo! Café Filosófico? Só se for segunda de manhã!

Ou se for a palestrante for a Márcia Tilburi! Aí, eu vou ter ir!… 😉

No mais…

Já estou conseguindo me entender melhor com a máquina de lavar! E, agora que o tempo melhorou, as roupas estão secando mais rápido! Ainda bem, porque o varal é pequeno!

Já estou com TV, com internet,… Que mais? Ah, já consegui arrumar bastante coisa, enquanto esperava os caras virem instalar a internet! Claro que ainda tem muito o que arrumar, mas isso é natural!

Tinha mais alguma coisa pra dizer, mas esqueci…

Ah, sim: já estreei a Cacau Show que tem aqui perto! 🙂

FUI!

Dicas domésticas!

Oi, gente!

Como passar suas roupas rapidamente

Vocês vão precisar de:

– uma cama
– duas mãos
– roupas para passar

Modo de fazer:

– ponha as roupas esticadas em cima da cama
– esfregue bem as mãos, até que fiquem quentes
– alise as roupas com as mãos
– dobre e guarde

Pronto! Suas roupas estão imperfeitamente lisinhas, e vocês terão mais tempo para fazer o que realmente interessa! ;P

Passeiem

Conhecer o bairro é bom, gente! Passear, andar, ver as pessoas, as casas, os lugares. Vocês podem achar coisas muito legais! 🙂

FUI!

Semana 1 terminando…

Quarta, tive mais uma manhã daquelas, no trampo. Como a que eu tive na terça-feira. Mas o motivo foi outro.

O motivo é que tiraram os arquivos do lugar.

É uma longa história, mas a gente estava com um trabalho grande e importante, eram vários arquivos, divididos em várias pastas, e essa organização não poderia ser mudada. Mas foi.

Não fui eu quem fez isso. Mas fui eu quem ficou a manhã inteira tentando pôr a casa em ordem.

Agora, estou contando isso porque, desde então, ficou uma coisa ricocheteando na minha cabeça: os arquivos devem ficar no lugar!

Os arquivos devem ficar no lugar…

Os arquivos devem ficar no lugar…

As coisas devem ficar no lugar…

As coisas devem ficar no lugar…

Cada coisa em seu lugar…

Cada coisa em seu lugar…

O perigo é que isso está se juntando a experiências recentes que eu tive e gerando uns pensamentos que eu não quero ter! Especialmente nesta época de mudanças da minha vida!

Eu quero mudar para melhor, não para pior!

Assunto light

De fato, tem a ver com light: uma das coisas boas de estar morando em São Paulo é que estou podendo acordar mais tarde do que acordava em São Bernardo! E como é bom acordar e já ter amanhecido o dia! Porque, na boa, acordar com o dia escuro me deprimia!

Aliás, aproveito para prestar meus respeitos e meu reconhecimento a todos que passam a noite em claro ou acordam quando o Sol ainda está loooonge de aparecer, para que tudo esteja funcionando – água, luz, transportes, alimentação, segurança…

Na boa, eu não sei se eu aguentaria!

20 de agosto

Por falar em São Bernardo, quinta foi aniversário da cidade. Mas eu não moro mais lá.

Não estou reclamando por conta do feriado. Já faz uns cinco anos que não é mais feriado pra mim.

Mas é diferente, sabem?

Saudades…

Poemóide #2

Um lindo sorriso
Acompanhado de lindos olhos
Num lindo rosto
Premiado com uma voz maravilhosa
Tudo adornado com belos cabelos

Mas também acompanham
1 litro de álcool
Muitos quilômetros
E uma vasta concorrência
Bem melhor do que eu

Não sei se tinta e palavras se misturam
Mundos distintos mais colidem do que se unem
E dá-lhe chocolate!

And finally…

Hoje, chega a minha cama! Ufa! Não vejo a hora de ter uma noite de sono DE VERDADE!

E, bem, lá vou eu estrear a máquina de lavar!

FUI!

Ufa!…

Oi, gente!

Caramba, que dia… é, teve de tudo, hoje!

Mas, de qualquer forma, o tema de hoje é a “lei de murphy”. Vocês sabem, aquela mesma que diz, em termos gerais, que qualquer coisa que tenha a menor possibilidade de dar errado dá errado – mesmo que essa possibilidade seja 0,000000000000000000000000000000000000000000000000000000001%. Tenho duas histórias dessa lei, hoje!

A primeira foi que tive que ficar em casa, hoje, porque ia chegar a geladeira. Trouxe trabalho para fazer em casa, entrei no messenger para falar com o pessoal do escritório, e tudo…

E, logo quando abro o email, aparece um baita problemão que eu só poderia resolver lá no escritório! É! Passei a manhã inteira em cima disso, tentei tudo o que pude, mas, no final, não consegui – e eu não podia sair daqui! De todos os dias que podia dar esse problema, foi dar justo hoje… Amanhã, quando eu chegar ao trampo, vou saber mesmo o tamanho do estrago!

Por outro lado, eu descobri uma coisa muito interessante, hoje: a lei de murphy pode ser usada contra ela mesma!!

Duvidam? Continuem lendo!

Quando passou o furacão da parte da manhã, eu estava cansado, com vontade de ir ao banheiro, morrendo de fome, sem paciência, precisando desesperadamente dar um tempo e tomar um ar, só que eu não podia sair daqui, porque iam trazer a geladeira a qualquer hora! Só que, assim que a minha cabeça se aquietou, eu tive um estalo!

Parei o trabalho, arrumei a mesa, preparei um lanchinho e… BINGO! Toca o interfone! Entrega para mim, e era a geladeira!

Porque, óbvio, a geladeira ia chegar em uma hora que me atrapalhasse! E, para pôr a geladeira no lugar, eu teria que tirar a mesa, aliás, dobrá-la (é daqueles modelos que ficam na parede), guardar tudo, etc, etc, etc! Então, para fazer a entrega chegar na hora em que eu quis, eu fui almoçar! TOMA ESSA, MURPHY!!! CHUPA, QUE É DOCE!!!

No mais…

Pode parecer incrível, mas, ontem, vendo o ônibus que eu tomava para vir ao trampo até sexta-feira, me peguei dando um suspiro… E não foi o único ataque de nostalgia que eu tive, não! Aliás, estão frequentes!

E, hoje, tive o meu primeiro dia de chuva aqui em São Paulo, como morador! Podem rir: a sensação foi bem diferente de quando eu pegava chuva aqui como trabalhador ou turista! Raiva? Longe disso: já falei aqui, mais de uma vez, que Sampa e chuva têm tudo a ver! Só não saí pra dar uma volta porque estava cheio de serviço! Uma pena, mesmo! Ia ser gostoso!

Bom, agora, vou pôr as coisas na geladeira! Afinal, depois de tanta coisa, deixa eu curtir, né?

Ah, por falar nisso: fiz a minha primeira lasanha no micro-ondas! 🙂

FUI!

Dia 2

Pois é, minhas “aventuras” na casa nova continuam! Hehe!

Bem, de novo, pra acrescentar, só que já tive meu primeiro acidente doméstico! Nada grave, mas, tipo, tomem muito cuidado ao lavar facas, tá?

Outra coisa, essa bem mais dolorosa, é que, morando em São Paulo, é necessário exercitar um pouco da insensibilidade humana. Porque, se a gente for se deixar tocar por tudo o que acontece ao seu redor, vai morrer doido!

De vez em quando, eu ouço falar de projetos para “recuperar a cidade para os cidadãos”, mas, infelizmente, não basta promover eventos culturais, palestras, debates, urbanizações, etc.

“O buraco é mais embaixo.”

Momento fotolog

DSC01336

Hoje, meus avós vieram conhecer o meu apartamento! O legal seria esperar até ter sofá, mesa, televisão, etc, mas, como isso ainda vai demorar, eu achei melhor eles virem hoje, mesmo!

Na foto, da esquerda para a direita, meu pai, minha mãe, meu avô, minha avó e meu tio Durval – que foi quem arranjou este apartamento para mim, aliás.

Poemóide #1

Enquanto todos olham para minha mesa,
Torcendo “tomara que saia”,
Minha atenção todinha está naquela morenona
De tomara-que-caia!

FUI!

Mudança!

Oi, gente!

Pois é! Lembram que, na semana passada, eu falei que vocês iam tomar um susto, se soubessem de onde eu estava falando? Vai ser agora!

Estão sentados?

Estou no meu apartamento novo!

É isso mesmo: eu não falei no post anterior porque ainda não era definitivo, mas eis-me aqui, permanentemente, agora, curtindo o meu teto novo, a vizinhança nova, a casa nova… Ainda está faltando muita coisa: cama, geladeira, máquina de lavar, televisão, etc. Já trouxe muitas das minhas tralhas, incluindo o computador em que ora escrevo. Pra dormir, um colchonete que meu avô me emprestou. Mas eu não via a hora de vir pra cá!

É uma chance de começar uma vida nova! Tem muitas coisas EM MIM a serem mudadas, ainda!

Mas, de qualquer forma, está muito estranho! Tem horas que eu me pego olhando pras paredes, pra cozinha, e fico com uma sensação de que isso é tão irreal, é uma coisa do tipo “uau, tô morando sozinho, num apartamento que é meu mesmo!”… só que tenho essa sensação a cada cinco minutos! Tá muito gozado!

Aliás, eu estava ouvindo o jogo Palmeiras 1 x 1 Botafogo, agora há pouco, e o locutor anunciou um gol no estádio Bruno José Daniel, em Santo André, e me veio um negócio do tipo “puxa, isso não é mais meu…”. Sim, eu morava em São Bernardo, mas Santo André era perto, volta-e-meia, eu estava lá! Agora, ficou longe…

Vou sentir saudades… Aliás, eu evitei me despedir das pessoas, lá em São Bernardo, evitei passar em lugares que foram especiais pra mim… Se bem que não teve jeito: quinta de noite, tive que passar no Rudge Ramos – justo no Rudge! – e quase que fui às lágrimas! Nessa última semana por lá, aliás, o que não faltou foi lembrança, nostalgia, melancolia…

Sim, eu sei: não é tão longe assim, dá pra ir – estou morando em São Paulo, antes de que me esqueça! Mas eu preciso estar emocionalmente firme, antes de pisar em São Bernardo do Campo, de novo! Preciso me acostumar ao novo lugar, à nova rotina, às novas coisas, aos novos hábitos.

Preciso sentir que aqui é a minha casa, agora! Porque, quando penso naquela música “Casa (O Eterno Retorno)”, do Lulu Santos, ainda penso no Rudge…

Por falar nisso, outra coisa que está atrapalhando é que estou só eu aqui! É, vim morar sozinho, mesmo! E, não, não trouxe nenhum dos gatos! Não tem mais ninguém, aqui…

Um amigo me disse que, agora que tenho casa própria, vão chover candidatas!

A ver!

Ikki

Por falar em gatos, eu quase não consegui fazer a mudança hoje. Um dos nossos gatos mais velhos, o Ikki (é assim mesmo, homenagem da minha irmã ao Cavaleiro de Fênix) estava mal, bem doentinho, e, por causa da idade, parecia que ele ia gastar uma das vidas… Mas, felizmente, ele está bem!

Aliás, só como uma forma de despedida do meu ex-quarto em São Bernardo, eu tenho uma história engraçada, lá, envolvendo justamente o Ikki!

Ele era um gato de rua que minha irmã adotou – na verdade, ele chegou muito doente, machucado, já adulto (daí não sabermos quantas vidas ele já gastou), e a Daniela cuidou dele, passou remédio em todas as feridas, e tal, mas ele não tinha muita liberdade lá porque a gente não estava curtindo muito a ideia de um gato de rua por lá, e também porque a nossa cachorrinha, a falecida Iara, sempre o punha para correr! Bem, isso foi até o meu pai, um dia, começar a brincar com o Ikki, o que bastou para que a Iara nunca mais perseguisse o gato! É, ela entendeu na hora…

Pois bem: um dia, quando o Ikki ainda não era “da casa” (mas fazia um esforço danado para ser!) e eu ainda dormia com a porta do quarto aberta, eu estava de férias ou algo assim, fiquei durmindo até tarde e acordei com uma sensação estranha…

Mas, como eu sou absurda e absolutamente lerdo para acordar, demorou para eu abrir os olhos. Eu me virei na cama, fiquei com os olhos fechados mais um tempo…

Abri os olhos e fechei em seguida. Mas, aí, o cérebro começou a funcionar, ainda que lentamente, e me veio um “peraí!”.

Abri os olhos de novo. Fechei. Só que eu percebi que tinha duas coisinhas verdes voltadas para mim. Com muito esforço, abri os olhos…

Lá estavam as duas coisinhas brancas voltadas pra mim. E, vagarosamente, os olhos foram se acostumando à pouca claridade, e o cérebro foi decodificando a cena…

Era o Ikki, sentado no chão do meu quarto e olhando pra mim! Mas eu fiquei com tanta raiva, mas com tanta raiva, que eu, de pijama e tudo, dei uma corrida nele até rua!

De qualquer forma, isso tudo já faz mais de 10 anos, e ele já é parte da família, com direito a apelido: “gato cacau”. Não pela cor, porque ele é preto (se bem que já tem bastantes pelos brancos), mas porque, quando ele mia, parece que está falando “cacau”!

Bom, por hoje, é isso! Agora, vou fazer minha primeira janta aqui na casa nova, lavar a louça pela primeira vez… E, sim, eu já tomei o primeiro banho, no meu chuveiro novinho em folha!

Afinal, hoje é sábado! XD

FUI!

Saudade e Ansiedade

Oi, gente.

Hoje,
eu passei em Santo André (SP), e vi um outdoor que quase me arrancou
umas lágrimas. Nele, o cursinho em que estudei entre 1993 e 94
anunciava uma palestra com a participação de um professor meu da época
e um outro professor que era apenas um plantonista, então!

Eu
até lembrei de umas piadinhas que aconteceram uma vez que esse
plantonista deu uma aula pra gente, substituindo justamente o outro
professor, que não pode vir…

Por que as lágrimas? Bom, novamente, é aquela coisa que eu tenho de não me dar bem com o tempo, blá-blá-blá! Mas, tipo…

Como direi?

Bem, vamos resumir assim: em breve, vocês saberão de onde estou escrevendo este post!

Mudando de assunto…

Uma
coisa que tenho ouvido MUITO nesta semana que está quase no final é que
a melhor coisa é ficar sozinho, mesmo, não ter ninguém! Aliás, tem até
a clássica frase, "antes só do que mal acompanhado".

Mas
poucas vezes a solidão me doeu tanto quanto nestes dias! Sério, parece
que falta um pedaço de mim MESMO! E aí, eu fico naquelas: vejo casais
de namorados felizes, e vejo casados reclamando, e fico pensando,
pensando…

É tão ruim assim ter alguém? É tão ruim assim ter que dividir a vida com outra pessoa?

É pior do que olhar pro lado e não ver ninguém?

Fui.