Momento fotolog duplo

Passado

2008_07_27_São Bernardo do Campo_Shopping Metrópole

Essa é uma das paredes do Shopping Metrópole, aqui em São Bernardo. Está assim desde a época em que era Center Shop. Há mais de 25 anos! Não é exagero dizer que eu cresci olhando pra essa parede! E, muitas vezes, com o sol de domingo de tarde incidindo sobre ela…

Presente

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A Tequinha, de novo! Só que, desta vez, sentadinha! Muito fofa! E uma das poucas vezes que a vi sem que ela estivesse no colo de alguém!

FUI!

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Tempo

Oi, gente.

In memoriam

Pois é, aconteceu. A Dercy Gonçalves morreu. 101 anos, oficialmente – ela sempre dizia que tinha mais!

Não pensei que eu veria isso acontecer. Sério, eu achava que ela era eterna!

:_(

In memoriam 2

Pro pessoal da minha época: vocês se lembram de um horário de sitcoms que a globo passava às 5 ou 5:30 da tarde, nos anos 80, chamado Sessão Comédia? Eram seriados como Super-Vicky (o da menina-robô), O Poderoso Benson (sobre o mordomo de um aparvalhado governador de estado norte-americano) e Super-gatas (sobre três senhoras de idade que moravam juntas, mais a mãe de uma delas).

Pois é, morreu, na segunda-feira passada, a atriz Estelle Getty, que fazia o papel dessa mãe – o que, na época, lhe rendeu dois prêmios Emmy!

O Mundo ficou mais triste nesta semana!

:_(

Pausa

Humberto Gessinger disse que os Engenheiros do Hawaii estão em recesso por tempo indeterminado… Se bem que – sejamos francos – ele é o grupo! E, na verdade, é isso que me preocupa!

Que semana triste!

Seco

Após um mês de estiagem, caíram uma gotinhas ontem, aqui na Grande São Paulo. E foi só. Hoje, o dia já começou sem uma nuvem no céu! E minha garganta voltou a me incomodar!

Nada contra dias lindos, mas tá precisando chover mais!

A música de hoje

Sting – Heavy Cloud, No Rain

Turned on the weather man just after the news
I needed sweet rain to wash away my blues
He looked at the chart but he looked in vain
Heavy cloud but no rain

Back in the time with Louis XVI
At the court of the people he was number one
He’d be the bluest blood they’d ever seen
When the king said hi to the guillotine
The royal astrologer was run out of breath
He thought that maybe the rain would postpone his death
He look in the sky but he look in vain
Heavy cloud but no rain

Well the land was cracking and the river was dry
All the crops were dying when they ought to be high
So to save his farm from the banker’s draft
The farmer took out a book on some old witchcraft
He made a spell and a potion on a midsummer’s night
He killed a brindled calf in the pale moonlight
He prayed to the sky but he prayed in vain
Heavy cloud but no rain

Heavy cloud but no rain

The sun won’t shine till the clouds are gone
The clouds won’t go till their work is done
And every morning you’ll hear me pray
If only it would rain today

I asked my baby if there’d be some way
She said she’d save her love for a rainy day
I look in the sky but I look in vain
Heavy cloud but no rain

(in “The Soul Cages”, 1991)

Regressiva

Daqui a duas semanas, começam os Jogos Olímpicos de Beijing (ou Pequim, como preferirem), na China!

Espero que a realidade dê um tempo e a gente possa curtir os jogos numa boa!

Fui!

Recomeçando

Oi, gente!

De volta à labuta

Pois é! Após curtíssimos 15 dias de férias, estou de volta ao trampo! Obviamente, não fiz nem um milésimo das coisas que eu queria fazer!

Mas o pior de tudo é que eu não consegui relaxar! Não consegui me sentir sossegado, tranqüilo. Muitas preocupações, inclusive com o que me esparava na volta do trabalho!

O pior é que o primeiro dia foi catastrófico!… Resultado: apenas dois dias de trabalho, e cansaço suficiente para novas férias!

😦

Dança do tempo

Meu sobrinho esteve aqui em casa, hoje. E ele veio tomando aqueles suquinhos que a gente compra em feira, que vêm em "garrafinhas" de plástico no formato de carros, motos, bichos… Como eu tomava, quando tinha a idade dele! Eu fiquei tão feliz que dei um baita abraço nele e falei "esse é o meu sobrinho"!

Só que ele gostou da frase e ficou pedindo pra eu ficar repetindo! Aí, me deu um estalo. Perguntei pra ele se ele sabia o que era um sobrinho e ele disse que sabia: era quem tomava bastante suco!! KKKKK!

Aí, claro, eu expliquei pra ele o que era um sobrinho!… Muito fofo!

FUI!

Momento Pipoca: Agente 86 (Get Smart, EUA, 2008, ****1/2)

agente86_4 Quem tem a minha idade vai se lembrar da série Agente 86, que mostrava as trapalhadas de Maxwell Smart (o saudoso Don Adams), um agente do CONTROLE, organização secreta norte-americana que lutava contra os terroristas da KAOS ! Max era um completo trapalhão, mas sempre acabava salvando o mundo – e nos fazendo rir! Sempre à base de piadas infames!
Bem, mais de quarenta anos depois, Smart está de volta, numa adaptação caprichada para o cinema! Desta vez vivido pelo ótimo Steve Carell, desta vez ele é um agente que age em tarefas administrativas, até que todos os agentes do CONTROLE têm sua identidade exposta – e ele, como o único desconhecido, tem que agir, acompanhado da agente 99 (Anne Hathaway), para impedir a KAOS de aprontar algo, digamos, nuclear!
O filme é divertidíssimo! Mesmo sem a claque, dá pra rir um monte! A caracterização das personagens, no entando, não está 100% perfeita – 99 é bem diferente do que era na série, mas, hey, são 40 anos de diferença! As mulheres mudaram! Não dava pra ser igual, mesmo! E o Chefe (Alan Arkin), não está tão sério – na série antiga, ele era a "vítima" favorita das baboserias de Smart! Mas ele mudou pra melhor, se querem saber, participando mais da ação! E está, digamos, menos calmo! Agora, tem três caracterizações que ficaram ruins! Quer dizer, duas, na verdade, ficaram sem graça, e a terceira ficou catastrófica! As duas sem graça são as dos vilões Siegfried (Terence Stamp) e Shtarker (Ken Davitian) – o Siegfried de agora é bem mais maligno do que na série! Sim, ele era vilão, mas também dava margem a piadas, especialmente implicando com Shtarker! Isso não apareceu neste filme, mas pode aparecer nos próximos (torcendo, torcendo, torcendo,…)! Agora, ruim MESMO ficou Larabee (David Koechner): não tem NADA a ver com a personagem original! Na série, era um cara que conseguia ser mais "toupeira" ainda que o Smart, mas era um cara bacana, que fazia o serviço dele, era amigo do pessoal! No filme, ele não passa de um idiota metido folgado! Só sobrou o nome da personagem! Tudo bem atualizarem a 99 e o Chefe para se adaptarem aos tempos, mas o que fizeram com o Larabee não tem justificativa, nem explicação!
MAS é no campo das personagens que está O destaque do filme! Senhoras e senhores, palmas para Steve Carell! Ele é fantástico! O cara é muito bom! Ele conseguiu fazer bem aquele "jeito Maxwell Smart" de ser – sabem, o "velho truque de fazer de conta que está tudo sobre controle após fazer uma enorme besteira"! Ele pegou bem como era o velho Max, deu uma exageradinha em umas coisas, colocou um ar um pouco triste nas cenas iniciais (quando Smart ainda quer ser um agente de campo) e ficou ótimo! Vou confessar: era o meu pior medo para a adaptação! Mas, já nos trailers, dava pra ver que Carell tinha dado conta do recado! Ele é, sim, um sucessor digno pra Don Adams! Ah, por falar nisso, antes de que eu me esqueça: prestem atenção, que tem gente das antigas dando a cara no seriado, ops, no filme!
Enfim, Get Smart não leva a nota máxima apenas pelos problemas de caracterização supracitados! É um filme divertidíssimo! Eles só erraram por um tantinho assim!

A música de hoje

Paralamas do Sucesso – Tendo a Lua (in "Os Grãos", 1991)

Pois é! Eu fiz uma arrumação, aqui, hoje, e foi muita coisa fora… Porque eu não tinha espaço pra mais nada!
Agora, teve uma coisa que eu não queria jogar e quaaaaase foi pro lixo! Mas, já depois dos 46 do segundo tempo, eu consegui arranjar um canto pra ela! Porque, na boa, depois, eu ia ficar me lamentando!…
Mas eu não me iludo: na próxima vez que faltar espaço, essa coisa vai pro lixo, sem dúvida…
Não sei se a casa ficou melhor ou pior. Mas espero que o espaço a mais sirva pra coisas novas e boas! Tipo aquela coisa da "Teoria do Vácuo", tão ligados? Abrir espaço para coisas novas…
Se bem que a minha experiência de vida é justamente o contrário: quando eu perco algo, NÃO aparece nada novo, no lugar! Fica só o vácuo!

Bom, pelo menos, abri algum espaço para o que eu trouxer da Bienal do Livro, em agosto!
FUI!

Momento pipoca: O Incrível Hulk (The Incredible Hulk, EUA, 2008, ***)

O Incrível Hulk é uma "não-continuação" do filme Hulk, de 2003. Elenco, efeitos e até o passado estão diferentes! Explica-se: como faz relativamente pouco tempo do outro filme, que mostrava como surgia o herói, o filme deste ano mostra um falso flashback da origem – mas puxando para o seriado televisivo dos anos 70, não para o filme anterior!
Compreensível, visto que quiseram se afastar do tom "quadrinístico" do anterior e fazer algo mais real – conseguiram, diga-se. Não que o filme anterior fosse ruim, muito pelo contrário. Aliás, geralmente, a diferença entre as adaptações da Marvel e as da DC é justamente que as da DC tendem a puxar para o realismo (o que nem sempre dá certo).
De qualquer forma, quando o filme "realmente" começa, encontramos Bruce Banner (Edward Norton) escondido – ora, ora! – na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro! Ele ainda está atrás de uma cura para o seu mal, só que, para isso, após uma confusão inicial em terras brazucasw, ele vai ter que voltar para os Estados Unidos e para o seu grande amor, Betty Ross (Liv Tyler). Só que ele vai ter que escapar do pai dela, o Gerenal Ross (William Hurt) e de Emil Blonsky (Tim Roth), um soldado desejoso de ter o mesmo poder que o Hulk – e que vai dar muito trabalho!
O roteiro não é lá essas coisas, assim como o desenvolvimento das personagens, mas o elenco está afinado e as cenas de ação são caprichadas – é um filme que cumpre bem a sua função de divertir! O Hulk não é tão incrível nem esmaga tanto, mas vale a pipoca e o ingresso!