A música de hoje

The Beatles - No reply
This happened once before,
When I came to your door,
No reply.
They said it wasn't you,
But I saw you peep through your window,
I saw the light, I saw the light,
I know that you saw me,
'cos I looked up to see your face.
I tried to telephone,
They said you were not home,
That's a lie,
'cause I know where you've been,
I saw you walk in your door,
I nearly died, I nearly died,
'cause you walked hand in hand
With another man in my place
If I were you I'd realize that I
Love you more than any other guy,
And I'll forgive the lies that I
Heard before when you gave me no reply.
I've tried to telephone,
They said you were not home,
That's a lie,
'cause I know where you've been,
I saw you walk in your door,
I nearly died, I nearly died,
'cause you walked hand in hand
With another man in my place.
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Domo arigatou gozaimasu!

Oi, gente!

Centenário da Imigração Japonesa

Pois é! É hoje o dia! Há exatos cem anos, os primeiros 781 imigrantes japoneses chegaram à Terra de Santa Cruz (aqui), cheios de sonhos e esperanças, pra começar uma nova vida…
Bom, eu não vou ficar falando de influências, de importância, até porque eu não sou a pessoa mais adequada. Não tenho família japonesa (mas ítalo-lusitana, ou seja, sou paulistano), mas sempre tive a cultura deles por perto, ainda que timidamente.
Na escola em que estudei, sempre tinha alguém de família japonesa – e geralmente, alguém que trazia/recebia do Japão revistas e equipamentos eletrônicos com os quais só podíamos sonhar! Lembro de que, quando eu era pequeno, a TV Record, de São Paulo, passava só produções japonesas, de tarde – eu passava minhas tardes vendo Ultraman, Speed Racer, Sawamu, Judoca, Shadow Boy, Vingadores do Espaço, Pinóquio, Robô Gigante, Ultra Seven… Vai ver que é por isso que eu não estranho nomes japoneses, até hoje!
Depois, nos anos 90, eu fui a reuniões de fãs de anime/manga na Gibiteca Henfil, em São Paulo, mas eu já falei disso aqui.
Bom, enfim, uma coisa, eu posso dizer com certeza: sem os japoneses, este seria um país bem pior! Eles são parte fundamental de nossa riqueza cultural, de nova diversidade!
Somos mais ricos, em todos os sentidos, porque eles estão aqui, há um século!

A música de hoje

A música de hoje (2)

Ah, acharam que era só uma, é? Hehe! E esta é realmente Made in Japan! Trata-se de Ayumi Hamasaki (ai, meu coração!…), com Fated!

Lembrança…

Bom, depois de citar tantas lembranças relativas ao Japão, hora de mostrar uma delas, né? A abertura brasileira de Sawamu, o Demolidor!

Ja ne!

A música de ontem (ou de 20 anos atrás)

Oi, gente!

Não é segredo nenhum que eu estou sem namorada. Então, na verdade, pra mim, o dia de ontem se tornaria meio cretino.

Eu estava até pensando em escrever um post meio mal-humorado, mas, graças a uma lembrança (e a barras de chocolate estrategicamente distribuídas pelo dia), eu resolvi fazer algo diferente!

Quem acompanha o meu blog viu que eu já falei de 1988, né, que foi o ano do meu primeiro amor. E falei da música que marcou isso: Groovy Kind of Love, do Phil Collins!

Então, em homenagem a todos os namorados,…

Enquanto isso, aos solitários, nos resta chorar.

Fui!

Heróis, messias, empresários…

Oi, gente!
Sexta-feira passada, eu comprei um gibi do Homem de Ferro, uma edição especial da Panini, mostrando um novo início pro herói (não, não é a adaptação do filme, mas tem algum material sobre ele). São quatro edições americanas condensadas em uma de 116 páginas, muito legal. Mas o que me chamou a atenção foi o início da história.
Nesse início, vemos um dia em que Tony Stark (o Homem de Ferro, pra quem ainda não sabe) vai dar uma palestra sobre novas tecnologias. Ele vai com uma roupa social, mas algo que descontraída – não se parecendo muito com um executivo. O público? Formado por gente de tudo quanto é idade, mas todos com uma coisa em comum: eles idolatravam Stark! Traziam faixas, cartazes, gritavam… era como se um astro pop estivesse entrando no palco!
Como se fosse alguém que fosse mostrar coisas maravilhosas que tornariam a vida maravilhosa! Especial!
O cara que bolou essa cena foi particularmente feliz! Na hora, eu me lembrei de duas personalidades do mundo real: Bill Gates, da Microsoft, e Steve Jobs, da Apple.
Sim, isso se aplica muito mais ao segundo do que ao primeiro, mas reparem que, cada vez que eles vão entrar no palco, há expectativa! As pessoas (e não só o pessoal de TI) ficam ansiosas, esperando o que eles têm a dizer, o que eles têm a mostrar! Como se fossem alguém que fosse mostrar coisas maravilhosas que tornariam a vida maravilhosa! Especial!
Gates vai se aposentar do comando da Microsoft neste mês – já sentiu que seu tempo passou e é hora de ficar de lado, enquanto a sua firma tenta fazer a transição do off-line para o on-line. Mas, ainda assim, quando ele fala, a gente pára pra escutar! Ei, é o cara que nos deu o Windows – provavelmente, o sistema que você está usando agora (assim como eu!)! Se não fosse o Windows, provavelmente não teríamos nada disso que temos hoje em termos de computação pessoal, internet, etc! Já Steve Jobs…
Pois é! Hoje, nos Estados Unidos, Jobs & Cia deram largada na WWDC 2008, a feira para desenvolvedores da Apple. Além do lançamento do tão aguardado firmware 2.0 para o iPhone, o mundo (sem exagero!) estava aguardando o lançamento do novo iPhone – o 3G! Que veio!
E tudo numa apresentação perfeitamente orquestrada, com Jobs de tênis, jeans e camiseta, sendo aplaudido a cada novo anúncio! Era um pouco menos do que uma comemoração de gol! Aliás, em tempo: da outra vez que ele falou, na MacWorld, em janeiro, ele derrubou o Twitter! Sério! O serviço caiu! Tava tudo mundo querendo transmitir a palestra! Que força que esse cara tem!!
Como se fosse alguém que fosse mostrar coisas maravilhosas que tornariam a vida maravilhosa! Especial!
Fiquei pensando… Sim, eu estava acompanhando tudo! Mesmo no trampo, eu estava com uma aba do navegador aberta no Engadget, na página em que eles iam atualizando as coisas conforme iam acontecendo! Sim, eu também estava ansioso para ver o iPhone 3G! Mesmo que não tenha planos de comprá-lo…

Enfim, eu fiquei pensando em como a gente está jogando a nossa atenção, as nossas energias, nessas novas tecnologias, nesses aparelhos que, sim, melhoram nossas vidas, mas não resolvem nossos problemas pessoais, nossos problemas de relacionamentos…

Mas que eu fiquei morrendo de vontade de um iPhone 3G, ah, se eu fiquei!! Ainda mais que a Claro anunciou que vai trazer o bichinho pro Brasil!! Pena que isso vai ser caro!…

Ah, quer saber? O que eu queria mesmo é que o Jobs anunciasse a iGirlfriend 3G!!! ESSE é o "gadget" pelo qual estou esperando!!
😉

Momento pipoca: Speed Racer (EUA, 2008, ****1/2)

"Speed Racer" é a adaptação cinematográfica de um desenho animado japonês dos anos 60, sendo que esse desenho chegou até aqui via Estados Unidos – o que explica o filme ter sido feito lá!
Isso também explica as personagens com nomes em inglês e – mais do que isso! – o visual "psicodélico", todo colorido, todo feito em computação gráfica, claro! Até porque ia ser realmente complicado fazer aquelas coisas todas de verdade!
A história… bom, não é nenhum primor! Na verdade, parece até três histórias juntas numa só! E eles cometeram algumas infidelidades com a série original! Sem falar que as interpretações também não são aquela coisa, não…
Agora, tudo isso não tem importância. Não tem MESMO!
Sabem por quê?
Porque, na "última volta", eu estava colado na minha cadeira! Não havia mais nada além do que estava acontecendo na tela! Eu sabia como ia terminar, sabia, sim – mas torcia, torcia feito um louco! No fundo, eu estava ali, no cockpit, junto com o Speed, mesmo que não fosse mais o Mach 5, mas o Mach 6, que acabei aceitando como herdeiro legítimo do original!
Porque, gente, esse filme, mesmo com todos os seus defeitos, conseguiu ser REALMENTE EMOCIONANTE e deixar um gostinho de quero mais!
Em suma: FILMAÇO!!